segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A INCLUSÃO EM DISCUSSÃO


 

Em nossa sociedade é comum pensarmos em meios de relações interpessoais que contemplem os direitos e deveres de todos. Pensar coletivo é mais que uma exigência, mas uma necessidade de humanizar mais tais relações e que naturalmente não precisaria sequer de uma lei para garanti-la. No país, atualmente se discute a inclusão de pessoas com necessidades especiais em escolas de ensino regular, que é garantido por lei, porém encontra diversos entraves para o seu cumprimento, uma vez que várias situações não foram discutidas para a implantação desta lei.

O fato de as crianças, os jovens e adultos portadores de uma necessidade especial precisar de um acompanhamento especializado na escola abre a seguinte discussão: De que forma o governo investiu para cumprimento desta lei? Reformou as estruturas físicas das escolas existentes? Ofereceu capacitação especializada para os professores da rede pública? O material didático contempla cada necessidade do aluno atendido? E o que pensa a família dos alunos com necessidades? E a quantidade de professores em sala ajuda no atendimento? Como esse professor consegue atender aos alunos sem necessidades específicas e aos alunos com necessidades que exige um pouco mais de tempo? E quantidade de alunos em sala de aula favorece esse acompanhamento?

São tantas perguntas e se levantar que faz com que as opiniões se dividam no que se refere na aceitação desta lei. Há quem concorde que o melhor seria construir escolas específicas.

Não importa a necessidade, mas o modo em que iremos trabalhar com ela e ajudar as pessoas que não tem culpa de suas dificuldade e que precisam de pessoas conscientes de suas responsabilidades sociais e devolverem aquilo que é de direito, não por lei, mas por dignidade humana e que se lute mais pelos direitos daqueles que já são dizimados por uma deficiência ou por uma necessidade especial.

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