Em nossa sociedade é comum pensarmos em meios de
relações interpessoais que contemplem os direitos e deveres de todos. Pensar
coletivo é mais que uma exigência, mas uma necessidade de humanizar mais tais
relações e que naturalmente não precisaria sequer de uma lei para garanti-la.
No país, atualmente se discute a inclusão de pessoas com necessidades especiais
em escolas de ensino regular, que é garantido por lei, porém encontra diversos
entraves para o seu cumprimento, uma vez que várias situações não foram
discutidas para a implantação desta lei.
O fato de as crianças, os jovens e adultos portadores
de uma necessidade especial precisar de um acompanhamento especializado na
escola abre a seguinte discussão: De que forma o governo investiu para
cumprimento desta lei? Reformou as estruturas físicas das escolas existentes?
Ofereceu capacitação especializada para os professores da rede pública? O
material didático contempla cada necessidade do aluno atendido? E o que pensa a
família dos alunos com necessidades? E a quantidade de professores em sala
ajuda no atendimento? Como esse professor consegue atender aos alunos sem
necessidades específicas e aos alunos com necessidades que exige um pouco mais
de tempo? E quantidade de alunos em sala de aula favorece esse acompanhamento?
São tantas perguntas e se levantar que faz com que as
opiniões se dividam no que se refere na aceitação desta lei. Há quem concorde
que o melhor seria construir escolas específicas.
Não importa a necessidade, mas o modo em que iremos
trabalhar com ela e ajudar as pessoas que não tem culpa de suas dificuldade e
que precisam de pessoas conscientes de suas responsabilidades sociais e
devolverem aquilo que é de direito, não por lei, mas por dignidade humana e que
se lute mais pelos direitos daqueles que já são dizimados por uma deficiência
ou por uma necessidade especial.
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